Após decidir quantos dias ficar hospedado no Pantanal, a segunda parte é definir quais passeios se deseja fazer. E, confessamos, é uma parte dura, pois queremos aproveitar o máximo, sem perder nada. Todas as atividades são únicas e oferecem momentos memoráveis para a sua estadia neste grande destino brasileiro e, porque não, mundial.

Vamos aqui contar tudo o que realizamos em um Roteiro de 3 dias no Pantanal, detalhando (se possível!) todas as emoções que sentimos, para que você possa ter uma pequena noção do que te espera neste grande “zoológico” a céu aberto no coração do Mato Grosso do Sul.

Organizando sua viagem para o Pantanal

Dica de Hotel: Pantanal Jungle Lodge

O voo do Tuiuiú do Pantanal
O voo do Tuiuiú do Pantanal

1º Dia no Pantanal

Safari na Estrada do Parque Pantanal

Acordamos cedo, e às 07:00 todos estávamos prontos, tomados café, devidamente vestidos, calçados e besuntados de repelente para nossa primeira atividade: uma manhã de Safari. A bordo na carroceria de um jipe 4×4, seguimos pela Estrada Parque Pantanal até o ponto em que faremos o trajeto a pé.

A MS-184, com cerca de 120 km, é de terra batida, repleta de pontes vazantes (mais de 70), sendo um importante trecho de rodovia para caminhões que trafegam pela região. Um mirante a céu aberto, repleto de animais silvestres, onde é preciso ter paciência para procurá-los, e estar com as lentes fotográficas preparadas para qualquer eventual aparição (aqui, cada mergulho literalmente é um flash).

Safari pela Estrada Parque Pantanal
Safari pela Estrada Parque Pantanal

Olhos e ouvidos precisam estar bem atentos, a qualquer momento um porco do mato pode cruzar o carro ou mesmo garças e tuiuiús voarem ao seu lado.

As aves são bem tranquilas de se ver, uma variedade absurda, o que torna essencial um acompanhamento de um guia com conhecimento para explicar e diferenciar cada uma delas (algumas vezes, os nossos olhos leigos não conseguiam diferenciá-las ou mesmo avistá-las em meio a vegetação).

A ave símbolo do Pantanal, o tuiuiú, é a maior ave voadora brasileira e nos brindou com sua presença, tanto caçando em lagos, como sobrevoando lindamente pelo céu do Pantanal. Simplesmente, magnífica.

Observamos, em vários momentos, capivaras e alguns poucos jacarés. Infelizmente, a caça desenfreada na região impediu que houvesse tantos jacarés nas fotos como antes (uma pena!), hoje existe uma lei que esperamos que esteja sendo bem cumprida e fiscalizada, a fim de povoar melhor esta nossa foto. Afinal, a nossa fauna é muito bela.

Quando o carro parou e iniciamos a pé nossa caminhada, a tensão aumenta, pois estamos no habitat deles, onde os animais são totalmente selvagens. É o lugar deles, sem cercas ou nada para impedir de se defender daqueles que tentam adentrar em seu mundo. Escutamos claramente pássaros e macacos, e ao fundo os sons de jacarés.

É uma atividade de bastante concentração, é preciso olhar para cima para procurar animais, e para baixo para saber onde se está pisando. Qualquer lugar pode aparecer um bicho, até mesmo pisar numa cobra ou numa simples formiga, que de tão selvagem, possui uma picada mais forte que a de uma abelha.

Durante o passeio, observamos, no chão, ossos de bois e vacas que foram mortos por cobras e onças. Figueiras que estrangulam coqueiros. Casas de marimbondos que, com um ruído mais alto, saem de sua toca e atacam.

Isso mesmo, o silêncio precisa imperar. Todos os ruídos são novos para os nossos ouvidos e os cheiros são diferentes do que estamos acostumados. É um ambiente de muita paz e pureza (apesar da tensão em um possível encontro com um animal novo à frente – risos).

É preciso ter muita sorte. O safári não é garantia de avistar nada. Então, você pensa: – Não seria melhor ir a um zoológico? Bem, realmente no zoo os animais estarão mais perto e irão render fotos bem mais próximas, entretanto, a experiência de um real safári é completamente diferente do que ver os animais dentro de jaulas.

Veado Campeiro Macho
Veado Campeiro Macho

Voltamos para o hotel, por volta das 13h, com uma sensação incrível de ter visto alguns animais e com uma vontade absurda de ver muitos outros. Não foi desta vez que encontramos a grande onça pintada, para nossa tristeza, apenas avistamos suas pegadas na areia (na verdade, mal sabíamos o que o destino guardava para a gente mais tarde).

Pesca de Piranhas

Após o almoço, a atividade seguinte foi a pescaria de piranhas a margem do Rio Miranda. É algo que complementa um passeio e ocupa o seu tempo. De posse de varas e pedaços de carne vermelha, fomos para as margens do rio. Quando mergulhávamos os anzóis no rio, em questão de segundos, sentíamos as bocadas e solavancos na linha. Ao primeiro momento é muito bacana ver a forma agressiva como elas atacam e “roubam” a isca do anzol. Para quem curte pescaria, é um prato cheio, principalmente, porque depois eles fritam tudo o que você pescar.

Já para aqueles que não curtem muito a atividade ou não tem paciência ou mesmo não levam jeito algum, pode ser cansativo e mega estressante, a partir do momento que não se consegue pegar nada (foi o meu caso). Depois falam que pescaria relaxa – hunf!

Pesca de piranhas no Pantanal
Pesca de piranhas no Pantanal

Ok! Ok! Ok! Quando conseguimos pescar uma, é uma felicidade, o guia imediatamente tira ela do anzol para que possamos vê-la mais de perto (todo cuidado é pouco para ela não morder seu dedo), tirar fotos e ver o tamanho de sua dentadura. É de dar medo sim. Preferimos devolver todas que pescamos ao rio e ajudar a preservar a fauna.

Passeio de barco pelo Rio Miranda e Focagem Noturna de Jacarés

Na final da tarde, saímos de barco pelo Rio Miranda, em busca de novos animais. Vimos diversas aves, incluindo lindos tucanos e a “Mãe da Lua”, também chamada de Urutau-Gigante, uma ave muito especial e rara de ser vista (vibramos!).

Urutau Gigante, ou "mãe da lua", ave rara no Pantanal
Urutau Gigante, ou “mãe da lua”, ave rara no Pantanal

No cair do sol, a natureza nos brindou com um pôr-do-sol simplesmente FAN-TÁS-TI-CO. Cheio de raios de luz que cortavam o céu em cores únicas. Certamente, podemos dizer: um dos mais belos que já vimos na vida. Foram longos minutos contemplando essa beleza de nossa natureza. Olhe as fotos e diga se é ou não é sensacional? Algo para não esquecer nunca.

Raios de sol no fim de tarde do Pantanal
Raios de sol no fim de tarde do Pantanal
Pôr-do-sol fantástico no Pantanal
Pôr-do-sol fantástico no Pantanal

No retorno, em um breu gigante, apenas com as lanternas do barco, foi a hora da focagem dos jacarés pantaneiros. À medida que o barco se deslocava, olhos vermelhos brilhavam quando as lanternas eram direcionadas à beira do Rio, ou seja, ali tem jacaré (pausa para tensão).

O barco se direcionava ao lado deles, com as lanternas em cima de seus olhos para que os cegassem, evitando que eles pudessem nos atacar (mal sabíamos nós que eles conseguem saltar cerca de 2 metros de altura). E, em um dos pontos altos, ficamos lado-a-lado com um. Lindo, quieto e amedrontador. Vibramos com diversas fotos e filmagens.

É possível chegar bem perto dos jacarés a noite
É possível chegar bem perto dos jacarés a noite

Bem, acabou o passeio do dia, desembarcamos e nos deslocamos para o quarto para tomar banho e dormir, achando que as emoções tinham acabado. Mero engano, outro barco parou no nosso hotel e um guia local gritou: – Cadê o guia de vocês? Respondemos que tinha se deslocado para dentro do hotel, e “para nossa alegria” ele nos disse: – Chame ele, tem uma onça pintada do outro lado do rio.

Nossa! Saímos gritando em busca do nosso guia. Era um momento único a ser visto e não podíamos perder. Embarcamos novamente e nos deslocamos para a outra margem do Rio e, de repente, naquela tensão de ver, avistamos lindamente o mais belo felino da fauna brasileira. Quieta e tranquila, estava deitada olhando para nós.

Onça Pintada no Pantanal Jungle Lodge - MS
Onça Pintada no Pantanal Jungle Lodge – MS

E esta emoção de ver uma onça pintada é indescritível. Não existe a garantia de que você irá vê-la. Talvez por isso seja tão incrível. Tem pessoas que vão uma, duas, três… doze vezes ao Pantanal, ou mesmo trabalhadores e moradores que nunca a viram. Então, imaginem a emoção e a alegria quando nós a vimos. Veja no link o relato e vídeo deste nosso encontro com a onça.

E, assim, fomos dormir, quer dizer, quem conseguia dormir com tamanha a euforia deste encontro?

2º Dia no Pantanal

Uma manhã perdida com muita chuva

Acordamos cedo, com o barulho ao fundo da chuva batendo no telhado de nosso quarto e alguns pássaros cantarolando. Ou seja, passeios cancelados, a manhã chuvosa foi para curtir o hotel que estávamos hospedados, o Pantanal Jungle Lodge, sentar e apreciar a beleza do pantanal. Respirando um ar puro e sentindo o cheirinho de mato, que fazia tempo que não sentíamos, devido à vida intensa na metrópole.

Aproveitar essa calmaria e tranquilidade foi uma delícia, uma paz incrível para renovar nossas energias, apesar da sensação de frustração de ficar sem sair do hotel. Essa é parte ruim do Pantanal, eles não estão preparados para atividades durante dias de chuva. Então, não tem jeito, é realmente ficar no hotel e esperar, por isso ficar apenas dois dias pode prejudicar um pouco seus objetivos. E não adianta forçar a saída com chuva. Da mesma forma que nós humanos não gostamos de ficarmos debaixo de chuva, os animais também procuram abrigo, ou seja, suas chances diminuem de vê-los e pode ser mais frustrante ainda.

Bem vindos ao Pantanal Jungle Lodge
Bem vindos ao Pantanal Jungle Lodge

Nesta manhã, estava reservada uma trilha com subida ao Morro do Azeite, mas por segurança, já que o terreno torna-se escorregadio, foi cancelado. Vai ter que ficar para a próxima vez que voltarmos ao Pantanal.

Passeio de Canoa pelo Rio Miranda

Após o almoço, saímos para navegar de canoa pelo rio Miranda, que estava calmo, e remamos rio abaixo. Apesar de falarmos que o rio estava super tranquilo, uma graaaaaande observação: este rio é o mesmo em que realizamos a focagem de jacarés e pescamos piranhas.

Durante o passeio, remamos ao primeiro instante desengonçados e sem sincronia alguma, mas depois pegamos jeito e seguimos tranquilamente. Fizemos várias fotos de aves e, como muito curiosos que somos, fomos para perto das margens, na busca de achar mais algum animal, principalmente, um jacaré ou a temida onça novamente. Mas nada, estava tudo aparentemente calmo.

Passeio de caiaque no Pantanal
Passeio de caiaque no Pantanal

Lá pelas tantas, resolvemos entrar por baixo de galhos de árvores. “Pra que meu Deus? Pra que?” Sabe qual foi o resultado? Thibuuuuum!!! Isso mesmo, a canoa virooooou conosco. Ao primeiro momento: medo, tensão. Aqui tem piranha, tem jacaré, tem cobra, tem… tem… tem qualquer coisa e nos tira daqui. Para a nossa sorte, o barco que nos acompanhava geralmente a distância, neste momento estava perto. Ficamos uns 5 min dentro d’água, mas pareceu muito mais.

No final, deu tudo certo. Nenhum animal nos importunou e subimos no barco no guia. A água do rio é bastante quentinha, uma delícia. E, após todo desespero inicial, rimos muito do medo inicial, do mico que pagamos (tinha outra canoa com dois europeus) e ficamos, de verdade, muito felizes que isso tenha ocorrido (olhe nossa cara de alegria 🙂 ). Foi uma deliciosa experiência. Foto? Só estas, prestes a entrarmos nos galhos de árvores. Observe que a canoa já vinha meio torta (risos).

Ah, e a pergunta que todos fazem: “- E as piranhas, não atacaram vocês?”. Bom, de acordo com o guia, elas só atacam quando há sinais de sangue no corpo, um grande corte, por exemplo, ou quando a mulher está menstruada. Será mesmo?

Fim de tarde no Rio Miranda

Após tomarmos banho, no finzinho de tarde, fizemos um novo passeio de barco pelo Rio Miranda, apreciamos mais uma vez o pôr-do-sol belíssimo e fizemos mais uma noite de focagem de jacarés. Mas nenhuma novidade em termo de fauna. Até retornamos no mesmo local para localizar novamente a onça, mas nada.

Mais um fim de tarde dourado no Pantanal
Mais um fim de tarde dourado no Pantanal

3º Dia no Pantanal

Cavalgada na Fazenda São João

Na manhã do terceiro dia, nos deslocamos de jipe para a Fazenda São João. E no caminho da Estrada Parque Pantanal, novos encontros com veados campeiros e tatus, e na entrada da fazenda, lindas araras azuis nos recepcionaram (pausa para mais fotos).

A fazenda se localiza em um grande campo aberto. Montamos nos cavalos e seguimos mata adentro, e como é questão de sorte, pouquíssimos animais foram vistos. Para as pessoas que curtem cavalgadas, uma excelente atividade pelo pantanal sul-mato-grossense. É uma ótima oportunidade de ter um visual maravilhoso em terreno plano e tirar lindas fotos. Para quem não é muito fã ou tem pouco tempo, é um passeio dispensável.

Cavalgada na Fazenda São João no Pantanal
Cavalgada na Fazenda São João no Pantanal
Fazenda São João, no Pantanal
Fazenda São João, no Pantanal

Vale ressaltar, que um dos cavalos que estávamos montados (o do Maurício) estava bem arisco, e não deixou a cavalgada ser tão tranquila assim. Estávamos em período de seca, com rio baixo, o passeio pela planície pantaneira não foi molhado, quando o rio está cheio, o cavalo fica com metade de seu corpo embaixo d’água. #tenso

Flutuação com piranhas no Rio Miranda

À tarde, uma flutuação pelo Rio Miranda nos aguardava. Esse mesmo, repleto de piranhas (onde pescamos e a nossa canoa virou, lembra?!). Claro que a tensão ainda foi grande em saber se não tínhamos nenhum corte no corpo que ocasionasse numa mordida pela temida piranha. Um a um, a grande maioria que estava no barco, pulou na água e, claro, para sentir novamente esta experiência, pulei para dentro da água. Na hora rezei e pedi proteção a todos os santos pantaneiros que só houvesse piranhas vegetarianas ou já estivessem de barriga cheia. Já o Mauricio preferiu não se arriscar a mais uma aventura (já bastou a canoa, hehehe).

Flutuação no Rio Miranda, no Pantanal MS
Flutuação no Rio Miranda, no Pantanal MS

E, assim fui, junto com o grupo, flutuando, deixando o rio no levar de volta ao hotel por cerca de 40 minutos. Se eu sosseguei? Nem um pouco. A todo o momento, na expectativa se ia receber alguma uma mordida. Nadei, boiei, curti, vibrei, mas sempre tenso, principalmente, pois é um rio de água muito marrom, turva, sem nenhuma visibilidade. A experiência é sensacional e indico muito. No final, observa-se que foi tranquilo dentro de todos os riscos possíveis.

Flutuação no rio Miranda
Flutuação no rio Miranda

De volta ao hotel, aproveitamos mais um entardecer no redário, nossa estadia tinha chegado ao fim, e na manhã seguinte voltaríamos para Campo Grande. Sem sombra de dúvidas, um passeio memorável e muito gostoso. Amamos cada minuto no Pantanal sul-mato-grossense.

SENTIMOS FALTA E INDICAMOS: Trilha e subida ao Morro do Azeite para uma vista incrível do Pantanal.

Mais algumas fotos da viagem ao Pantanal

Iguana "levemente" disfarçada na árvore
Iguana “levemente” disfarçada na árvore

Leia também Onde encontrar a Onça-Pintada no Pantanal

Assista Nosso encontro com a Onça

Esperamos que vocês tenham gostado dessa dica de Roteiro de 3 dias no Pantanal. Nós adoramos e já estamos com vontade de retornar mais vezes, para ter novas experiências por lá (por exemplo, retornar na época das cheias).

* Texto por Gil Cavalcante, que nos acompanhou durante essa viagem ao Pantanal e é colunista do Trilhas e Aventuras. Fotos por Maurício Oliveira.

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12 Comentário

  1. Olá Mauricio, vc achou que o Pantanal Jungle Lodge tem um bom custo benefício? A manutenção dele está boa, os passeios são bem organizados? Estou em dúvida se fico nele ou na Pousada Pequi. A minha principal dúvida é que embora a Pequi tenha excelentes recomendações, fica localizada somente a duas horas de Campo Grande, na região de Aquidauana. Talvez não fiquemos tão imersos no Pantanal… Qual é asua opinião, o que vc me recomenda?

    • Não conheço a Pousada Pequi para poder te recomendar, mas já fiquei em outras em Aquidauana e gostei bastante. A experiência foi bem parecida com a do Jungle Lodge. Gostei bastante do custo benefício e é uma das pousadas mais vendidas pelas agências em Bonito. Quando fomos lá a manutenção tava bem legal, assim como os passeios. Eu gostei! Se você quer ficar mais imersa, quanto mais dentro do Pantanal você estiver, será melhor. Gostei muito da Fazenda San Francisco também, em Miranda.

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